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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Especial? Sim! E igual também.


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Oi gente, hoje eu estou muito feliz em compartilhar com vocês um projeto muito legal do qual passei a fazer parte desde sábado passado (26/11) o Special Kids LA.
Há algum tempo descobri essa iniciativa que visa incluir crianças com necessidades especiais através da fotografia, me apaixonei pelo projeto e participei de um Workshop que ensina a fotografar crianças especiais, foi sem dúvida uma das melhores e mais profundas experiências da minha vida.
Já comentei aqui que paralelamente ao meu trabalho formal tenho conciliado também a fotografia como segunda profissão e tenho cada dia amado mais esse mundo e esse curso veio apenas a complementar meus conhecimentos e reafirmar essa nova paixão pela fotografia profissional.
Ainda preciso me certificar para fazer parte do grupo seleto de profissionais credenciados da Special Kids e para isso preciso fotografar algumas crianças especiais e estou trabalhando para conseguir a confiança de algumas famílias que queiram retratar seus filhos especiais.
Estou em processo de finalização do meu site para divulgar os trabalhos que já fiz nesse tempo e para convidá-los também a acompanhar esse meu novo projeto tão sonhado, confesso que estou super empolgada com tudo isso que tem acontecido na minha vida ultimamente. Quem sabe daqui há algum tempo eu consiga me dedicar somente à fotografia.
Ser mãe de uma criança especial com certeza ajudará a entender melhor o universo e as expectativas dos pais que me escolherem para retratar seus filhos especiais ou não, porque AMO fotografar crianças.
Além de tudo isso, a Especial ? Sim! Que é um braço da Special Kids está realizando no Facebook um concurso para eleger em cada estado em que atua uma criança especial para ganhar um ensaio fotográfico e claro que eu inscrevi minha princesinha né? Então eu peço aqui também que votem na minha flor, o link é esse:
E quem quiser conhecer mais desse lindo projeto o site é:
Gente, se vocês quiserem ensaios fotográficos dos seus filhos especiais ou não, fotos de casamentos, festinhas de aniversário entre outros eventos é só entrar em contato ok? Para leitoras do blog tem um mega desconto.
Obrigada pelo carinho de sempre demonstrado por vocês por aqui!
Volto em breve com mais novidades!!!
Um beijo no coração de todos.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Mil e uma utilidades

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Há tempos gostaria de registrar aqui no blog como está sendo minha vida tentando conciliar trabalho, esposo, filha e minha vida pessoal.
Nunca pensei que fosse tão difícil...
E com essa experiência aprendi a abrir mão de coisas para mim. Percebo que sempre fico em último plano. Sei que isso não é o melhor, mas há momentos em que tenho que escolher e quase sempre opto pelas outras pessoas.
O tempo sobrando é quase zero. O trabalho é bem longe de casa e tenho que enfrentar todo dia o trânsito caótico de São Paulo. Só não é pior porque meu pai trabalha bem perto de mim e vou e volto de carro todo dia. Mas mesmo assim são em média duas horas e meia no trânsito todo santo dia. Saio de casa 6:30 da manhã e só chego de volta próximo das 20:00. Sendo assim quase não tenho tempo para a Sarah aí quando chego, janto, tomo banho e priorizo ficar com ela, na tentativa de suprir a falta do dia todo. Não faço mais nada antes que ela durma, por volta das 22:30, até esse horário sou só dela. Óbviamente depois que ela dorme não sobra nem tempo e nem disposição para mais nada, porém ainda tem o esposo que cobra atenção dentre outras coisas. Quando tudo isso termina só quero dormir e mais nada. E no dia seguinte a rotina recomeça.
No meio dessa história toda nunca consigo um tempo pra mim. Pra arrumar um cabelo, fazer uma unha, passar um creme. Vou sempre adiando e isso sempre fica esquecido. Nem lembro quando foi a última vez que pelo menos pintei a unha da mão. Antes eu mesma arrumava o meu cabelo, agora raramente consigo tempo pelo menos para chapinha.
Pode parecer que estou me lamentando, mas não estou não. São apenas constatações.
Eu abro mão de tudo isso e nem sinto, verdade, quando abro mão de algo pra mim em favor de alguém da minha família, não faço com tristeza e nem fico deprimida, faço com amor e fico muito feliz quando eles ficam satisfeitos.
Ser mãe é isso, abrir mão de si mesma para dar o melhor para os filhos, sempre vi minha mãe fazer isso e agora entendo tudo que ela sempre fez e o porquê de abrir mão de tantas coisas por mim e pelo meu irmão.
Escolhi além de ter filhos, não abandonar de vez a profissão. Porque ser aquela profissional super, ultra, mega, power bem sucedida não dá, porque não posso me dedicar 100% ao trabalho, como as mulheres sem filhos podem. Tenho que pensar que nem sempre dinheiro é mais importante, ficar ao lado da minha filha o maior tempo possível sempre é mais importante. Já recusei hora-extra todos os dias, todos os finais de semana porque sei que a fase que ela está vivendo é única e quero perder o mínimo possível de descobertas. Dessa forma nem sempre sou bem vista no trabalho e promoções e aumento de salário ficam cada vez mais distantes. Principalmente no ambiente onde trabalho com maioria dominante masculina, homens não entendem os diversos papéis que uma mulher desempenha.
Ainda tem o problema das consultas médicas da Sarah que são muitas, todos os meses e às vezes mais de uma por mês. Na maioria dos casos tenho que me ausentar do trabalho para acompanhar minha mãe e aí a antipatia fica ainda maior, é extremamente desgastante toda vez que tenho que solicitar ausência, rola sempre um stress básico.
Eu acabo sendo mediana em tudo, no trabalho, com a família e praticamente relapsa com minhas próprias necessidades.
Um exemplo disso é: preciso me consultar com ginecologista e endocrinologista. Pra isso precisarei me ausentar no dia das consultas e chegar mais tarde no dia dos exames, mas como sempre tenho que faltar por causa das consultas e exames da Sarah, negligencio as minhas consultas para não ter mais faltas ainda no trabalho. Entendem a situação?
A única coisa que ainda faço questão de fazer por mim porque senão enlouqueço é ler os blogs amigos e escrever no meu. Isso me ajuda muito a espantar o stress, a aliviar a tensão e a colocar pra fora sentimentos que só coloco escrevendo, às vezes por falta de tempo e outras por dificuldades de falar sobre os assuntos mesmo. Tenho muito mais facilidade em expressar opiniões escrevendo do que falando.
Quero deixar claro que não são queixas, isso tudo é minha realidade hoje, não posso reclamar porque escolhi essa vida pra mim, decidi ser mãe, esposa e profissional e obviamente não tem como ser perfeita em todas as coisas, nem tenho essa pretensão, se pensasse assim já estaria fácil numa camisa de força.
Prendo-me ao fato de que se não sou uma profissional perfeita é porque tenho uma filha que amo muito e não quero ficar longe demais, quero ser o mais presente possível. Se não posso ficar o dia todo com ela é porque preciso trabalhar para que seu futuro seja melhor, sem dificuldades financeiras, pensando nos seus estudos, tratamento. Se não sou a esposa perfeita é porque luto para cuidar de uma filha pequena e trabalhar todos os dias para ajudar o esposo a não carregar o fardo de sustentar a família sozinho.
Vou me virando pra dar conta de tudo e de vez em quando tentar fazer algo que me agrade, que me faça feliz, nem que seja muito raramente.
Ser mulher é isso, abrir mão da vida em favor dos outros e é graças a essa atitude que temos que o mundo anda, que tudo funciona, porque por trás de todo projeto bem sucedido, seja de família, de empresa e pessoa há uma mãe que dedicou sua vida e sempre deixou pra lá seus interesses para que seus familiares conseguissem o sucesso.
E você como faz para dar conta de tudo isso?
Um beijo em todos e até a próxima.
terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ser mãe de uma criança especial é...

 
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Acordar várias vezes de madrugada para cobrir, consolar depois de um pesadelo ou simplesmente observá-la dormindo…
É se divertir, dar risada e rolar no chão como se fosse criança novamente…
É se preocupar a cada febre sem explicação, a cada picada de pernilongo, a cada machucadinho…
É cozinhar com prazer e ter mais prazer ainda ao vê-la se alimentar e crescer forte…
É olhar fotos de quando nasceu,  é lembrar com saudade da gravidez…
É dar bronca quando faz birra e dar carinho sempre…
É trocar uma viagem de férias por alguns dias acordando coladinho…
É esquecer-se de si mesmo em nome do bem estar dela…
É tirar milhões de fotos e olhá-las milhares de vezes sem enjoar…
É ser feliz, amar incondicionalmente, sofrer, chorar, esperar…
Enfim, ser mãe de uma criança especial é…
Simplesmente ser mãe!
Todos temos necessidades especiais, ninguém é igual a ninguém. Tem aquela pessoa que tem necessidade de ter companhia constante senão fica depressiva, tem aquelas que precisam de um tempo sozinhas senão se sentem sufocadas, tem aquelas que precisam viajar sentirem-se livres, têm aquelas que precisam trabalhar de segunda a sexta para ter segurança, tem aquelas que não suportariam viver todo dia em um escritório, tem as que são responsáveis pelas profissões burocráticas e tem aquelas que são artistas, que nos divertem, nos emocionam… Enfim, todo mundo tem uma necessidade especial, seja ela de qual natureza for, tem mulheres que tem necessidade de serem mães, tem outras que não tem, umas querem ter um time de futebol, outras apenas um filho, outras não podem ser mães biológicas, mas tem necessidade de ser mãe do coração.
Eu tenho necessidade de ver minha filha feliz, de vê-la como uma criança normal, dentro das suas limitações e essa é a maior necessidade de todas as mães, que seus filhos sejam felizes, mesmo portadores de deficiência, pois eu repito e sempre vou repetir: dá pra ser feliz tendo limitações, basta querer!
Ser mãe é isso, é amadurecer um pouco todos os dias e ser mãe especial é lutar todos os dias para o filho ser apenas igual.
Eu nunca sofri discriminação, pelo contrário, sempre fomos tratados com muito carinho, mas conheci histórias de mães que lutam para levar seus filhos de ônibus em cadeiras de rodas para a reabilitação e simplesmente têm a porta do ônibus fechada na cara, portanto quando falo de igualdade aqui, estou falando de igualdade para todos, de todos os graus de deficiência física ou mental, porque mãe é mãe sempre, seja o filho como for.
Ter uma criança especial em casa é acima de tudo… Passar a viver a vida de um modo especial.
Um beijo a todas e até mais!
Observação: Este texto foi origionalmente publicado no site Testado pela Mamãe, que eu já falei aqui que sou colunista do espaço Amor Especial, não deixem de nos visitar lá.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Das confusões da maternidade

 

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Acho que já comentei aqui em algum outro post que com certeza não vou me lembrar agora que eu totalmente não tinha experiência nenhuma com criança pequena, em especial bebês e isso também foi um fator determinante na minha demora em resolver ter filhos, demorei cinco anos de casamento para ter vontade de verdade, porque uma vontadinha lá no fundo eu tinha, só não tinha aquela vontade latente, aquele desejo absurdo, sempre tinha uma desculpa para adiar.

Na verdade não me arrependo de ter esperado esse tempo e acho legal um casal se curtir bastante primeiro antes de ter o primeiro filho, porque depois demora muito tempo para retomar a privacidade e o tempo a dois. Demora mesmo e a intimidade nunca mais será a mesma, sempre terá aquele medinho da criança acordar, chorar e atrapalhar todo o clima, mas enfim, a vida muda mesmo isso é fato!

Eu não convivi com crianças pequenas, minha intimidade com elas era zero. Nunca tinha trocado fralda de bebê na minha vida antes da Sarah, nunca tinha cuidado de bebê nenhum, nem um pouquinho. Morria de medo de segurar bebês alheios, não tinha o menor jeito e na maioria das vezes as crianças choravam no meu colo porque eu era totalmente desajeitada com elas.

Conversar com uma criança então? Impossível, não tinha assunto, não sabia cativar mesmo.

Quando decidi engravidar li horrores sobre todos os assuntos e me achava a expert em bebês, sem nunca ter tido um, apenas pelos milhares de sites que eu tinha lido durante a gravidez. Mas se tem uma coisa que maternidade nos ensina é que, ninguém sabe de nada antes de ter um filho, que todas as nossas opiniões pré filhos mudam totalmente e que aquela sua opinião sobre o comportamento de alguma criança que você criticou veementemente vai se repetir com você, pra você aprender a nunca mais cuspir pra cima e não adianta achar que com você vai ser diferente porque não vai!

Quando a Sarah nasceu a falta de experiência gritou ainda na maternidade no período que ela ficou na UTI.

Eu só pude pegá-la no colo pela primeira vez no terceiro dia de nascida dela, no primeiro dia ela nasceu as 07:41 eu fui para o quarto mais de 13 horas, só levantei mais de 17 para tomar banho e depois de quase implorar de joelhos, mais ou menos duas da madrugada a enfermeira me levou de cadeira de rodas, para vê-la, nunca vou esquecer daquela enfermeira, porque ela só me levou lá porque disse que estava tocada pela minha história e que estava vendo que eu estava sofrendo por não ter minha bebê comigo, que ela também era mãe e sabia o quanto aquilo significava pra mim, coisas que a gente só entende depois de se tornar mãe mesmo, essa sensibilidade especial que a gente adquire depois dos filhos. Chorei muito vendo minha pequena naquela situação, ela estava bem, mas dói muito mesmo, ver um pedacinho de gente que está no mundo há apenas algumas horas sofrendo tanto, sofrendo coisas que muito adulto nunca sofreu, dói demais, é uma ferida que nunca cicatriza.

No segundo dia ela teve que ficar com uma sonda no estômago e novamente não pude pegá-la no colo, apenas a vi através da incubadora, meu bebezinho lindo e tão esperado. Fiquei preocupada, claro, mas não chorei, já estava mais tranqüila e habituada a tudo aquilo.

No terceiro dia a enfermeira colocou ela no meu colo, foi mágico, a primeira vez que segurei meu tesourinho, minha fofinha, tão quentinha, gordinha... E a enfermeira perguntou se eu tinha leite, eu disse que sim e ela me mandou amamentar, lembro perfeitamente de perguntar a ela como fazer, já que eu nunca tinha amamentado, foi então que a fono veio me ajudar, me ensinou a segurar, me ensinou a mantê-la acordada e me ensinou a pega correta, mas dona Sarah era extremamente preguiçosa e eu extremamente desajeitada, ela chegou a pegar corretamente algumas vezes mas dormia logo e eu perdia a paciência, depois de muito sofrimento, a enfermeira dava o Nam porque ela chorava demais e esse nervosismo das duas atrapalhava e nada dava certo. Porém a fono me garantiu que em casa a gente ia se acertar. Hoje eu entendo, analisando friamente que a minha falta de experiência aliada ao nervosismo foram os grandes responsáveis pelo fracasso da amamentação no caso da Sarah, mas enfim águas passadas não movem moinhos.

Quando chegamos em casa, nos primeiros dias eu simplesmente perdi totalmente o controle da situação. A começar pelo sono. Eu sempre dormi demais e foi extremamente complicado não dormir nada a noite por vários dias. Parecia que eu ia enlouquecer, fiquei impaciente e várias vezes perdi a paciência com a Sarah e tive que pedir ajuda para minha mãe, durante o dia eu não conseguia dormir porque tinha aquela ânsia de fazer tudo enquanto ela dormia e também porque a Sarah nunca foi muito fã de dormir de dia, inclusive não é fã até hoje, tem dias que dorme, tem dias que não.

No começo ela dormia definitivo por volta das 0:00 horas e ia direto até 4:00 da madrugada, quando eu acordava, tirava o leite, dava pra ela na mamadeira, esperava arrotar e depois de uma hora mais ou menos dela se contorcendo de cólicas lá pras 6:00 da manhã ela dormia de novo e acordava por volta das 8. Eu sei que sempre fui privilegiada com o sono da Sarah, ela sempre dormiu bem e por volta dos 4 meses passou a dormir a noite toda, das 0:00 até 6 ou 7 horas. Sim, eu fiquei algumas noites acordada direto na época mais cruel das cólicas, mas depois que elas foram embora poucas foram as noites que passei em claro.

A amamentação é um capítulo totalmente a parte na minha experiência com a maternidade e eu já falei muito sobre ela aqui, hoje superei a culpa, mas ela já foi muito grande, já chorei muito por isso, hoje entendo que eu não fui capaz e não posso ficar a vida toda me culpando por isso, bola pra frente que ainda tem muito problema pra se preocupar.

Desde o começo o comportamento da Sarah foi um problema. Sim, um problema, porque ela sempre monopolizou a atenção de todos lá de casa. Pra comer, escovar dente, tomar banho e outras coisas, só quando minha mãe podia ficar um pouco com ela, porque no carrinho ela fazia escândalo e nem sempre dormia durante o dia e era muito chorona. Eu não conseguia fazer nada em casa, nem lavar louça, faxina, nada, porque ela simplesmente não dormia e não dava um minuto de paz.

Outra coisa que deu pano pra manga lá em casa foi o refluxo da Sarah. Gente como a gente sofreu. Ela vomitava o tempo todo tudo que tomava ou comia. Sujava 300 fraldas de pano por dia e vivia com as roupas cheirando azedo porque ninguém dava conta de trocá-la o tempo todo. Mesmo com remédio e leite AR ela golfava o tempo todo, foram meses tensos, dava desespero. Ela vomitava a roupa antes de sair de casa, vomitava nas pessoas, vomitava na gente, no carro, enfim, sofremos.

Hoje ela está 99% curada, de vez em quando dá uma batizada em alguém, mas é raríssimo. Graças a Deus!

Depois veio o problema da epilepsia que de longe foi o mais difícil de superar e ainda não está 100% superado, mas está a caminho, estamos vendo as melhoras dela que nos deixam esperançosos da sua cura total.

Enfim, a maternidade foi e é a melhor experiência da minha vida, mas nem de longe foi o mar de rosas que eu idealizei, eu colori demais meu sonho e em alguns momentos me decepcionei com a realidade, mas as alegrias de longe compensam e compensaram tudo que passei de ruim desde o dia que me tornei mãe. Nunca vivi nada melhor.

O que estou querendo dizer com esse relato imenso e meio atrapalhado é que ser mãe é muito bom, mas também tem seus momentos de desespero, principalmente na primeira viagem, onde tudo é novo, tudo é desconhecido, mas vale muito a pena aprender e tudo que vivi me fazem ter muita vontade de viver tudo de novo, mas bem mais lá pra frente né? Afinal, depois desse vendaval todo, ainda preciso colocar muitas coisas no lugar.

E vocês como lidaram com todas as novidades da maternidade?

Bjus e até a próxima!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

São marcas da vitória…

Não gosto de reclamar, nem de ficar me lamentando, mas em alguns momentos minhas mazelas de ser humano falam mais alto e eu muitas vezes choro e não aceito algumas coisas que acontecem na minha vida, mas aí eu me lembro que Jesus apenas amou e recebeu em troca pregos nas mãos e pés, mas tornou a cruz, a morte mais humilhante daquela época um instrumento de amor, que traz a salvação até hoje a todos que Nele encontram seu refúgio, então me ergo, entre lágrimas e entendo que as minhas chagas, são apenas MARCAS DA VITÓRIA…

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E vocês quais são suas marcas da vitória? Compartilhe conosco, a experiência dos outros sempre nos traz ânimo!

Um beijo em todas que nos lêem.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Últimas evoluções e novidades

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Oi gente tudo bem?

Por aqui estamos bem, passamos por uns dias meio turbulentos, pois Sarah teve infecção na urina recentemente o que nos levou ao PS e ao mundo das agulhas e exames novamente, mas agora já está melhor.

Tudo começou com uma febre discreta e uma diminuição na urina nas fraldas, de repente o sono se tornou agitado e a febre foi aumentando e de repente ela parou de urinar, aí corremos ao PS. Fomos atendidos por uma médica muito boazinha e atenciosa que pediu todos os exames para rastrear qualquer infecção principalmente devido ao problema da epilepsia que pode desencadear crises em caso de febre e infecções. O exame de urina veio com uma alteração, não muito grave, mas veio, aí ela entrou com antibiótico e um remédio para limpar as vias urinárias. Depois de uns dois dias a febre cedeu e o quadro melhorou e agora alguns dias depois ela já está livre da infecção.

Quanto à sua evolução, continua aprendendo muitas coisas novas e está cada dia mais engraçadinha, está muito falante, aprendeu a falar a língua dos bebês e agora passa o dia conversando com a gente, tem hora que ela fala um emaranhado de sílabas sem sentido e olha pra gente como se estivesse esperando uma resposta, a coisa mais linda do mundo!

Continua tendo muita dificuldade em firmar as pernas e ficar em pé, mas aos poucos a gente nota algumas evoluções e continuamos insistindo que ela fique em pé e no andador (que no caso dela é recomendação médica).

Está bem atenta a tudo ao redor, atende sempre que chamamos, reduziu mais um pouco o vício em olhar para a mão e demonstra preferência por alguns brinquedos e apredeu a pegar as coisas da nossa mão.

Está aprendendo uma coisa super curiosa que é assobiar. Isso mesmo assobiar, ela faz o biquinho e sai um assobio bem baixinho, posso com isso? Não aprendeu nem a falar ainda e já está querendo assobiar, é fofo demais e no mínimo inusitado!

Cresceu bastante também, já está usando roupas tamanho 3 ou 4 e tenho certeza que deve ter engordado umas gramas porque o nosso braço anda denunciando rs.

Enfim, a evolução não é normal como a de outros bebês mas é uma ótima evolução para uma criança portadora de problemas neurológicos e estamos cada dia mais felizes com as suas evoluções.

Desculpem o sumiço, vou tentar não desaparecer tanto tempo mas é que alguns projetos que pretendo falar aqui em breve andam tomando muito do meu tempo.

Um beijo em todas que não deixam de nos visitar!

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