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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Refletindo: Um passo de cada vez!

 

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Hoje estou reflexiva, pensativa, buscando nas memórias situações que ajudem a crescer, a melhorar. Porque de todo ruim um problema nunca pode ser, sempre traz uma lição, um aprendizado e de vez em quando tento pensar sobre tudo que aprendi e melhorei desde o dia que aquelas duas listrinhas apareceram naquele teste de farmácia.

Sempre fui ansiosa ao extremo. Esperar nunca foi meu forte, sempre fui impulsiva e errei feio muitas vezes por causa disso.

Mas se tem uma coisa que tenho exercitado dia após dia depois que me tornei mãe é a paciência, a arte de esperar, de não ter o controle total da situação, de ter que esperar o curso natural das coisas sem poder adiantar intervindo de alguma forma.

Paciência para esperar nove meses, paciência para esperar o primeiro mês passar, paciência para esperar meses até a cólica passar, paciência para esperar o primeiro sorriso espontâneo, paciência para esperar pronunciar o primeiro sonzinho, paciência para esperar conquistar os marcos de desenvolvimento, tudo isso foi e é até hoje um exercício de paciência tremendo para mim que não sabia esperar nada.

Depois de diagnosticado o problema de saúde então é que a paciência teve que entrar em jogo. E houve momentos que eu achei que não conseguiria. Nunca vou esquecer os dois dias que passei sem dormir com a Sarah chorando no colo por causa da reação adversa do primeiro remédio que ela tomou para as crises, aquilo sim foi prova de fogo, andar duas noites pela casa com uma criança chorando, ficar um dia inteiro em um hospital com ela chorando desesperada foi o pior momento da minha vida e tive que ter paciência e discernimento para entender que aquela situação era momentânea, manter a calma para passar calma pra ela. Mas confesso que em alguns momentos achei que não fosse agüentar e se não fosse minha mãe ao meu lado o tempo todo tenho certeza que não teria agüentado mesmo.

Ultimamente o que mais tenho feito é esperar, esperar o tempo dela, esperar o resultado, esperar fazer efeito, esperar e observar, são palavras de ordem que não saem da minha vida na atualidade.

Viver com uma criança com problemas de atraso de desenvolvimento é viver um dia de cada vez literalmente, é dar um passo de cada vez, festejar cada conquista e dar valor a cada coisinha nova por menor que seja.

Me vi fazendo festa porque ela puxou a toalha da mesa e derrubou tudo no chão, já fiz festa por ela ter arrancado um botão da minha roupa, já fiz festa por que ela fez biquinho e cuspiu toda a minha roupa. Pequenos gestos, pequenas coisinhas que antes eu nem ligava e nunca pensei que fizessem tanto sentido.

Como fiquei mais paciente e serena depois da maternidade, como encaro muito melhor situações de estresse extremo, de desgaste, de fúria, porque aprendi que nada é para sempre, que todas as situações serão mudadas um dia e que mais cedo ou mais tarde aquilo acaba e nessa certeza vou vivendo a vida muito mais intensamente do que antes, aproveitando cada momento como se fosse o último.

Não tenho pressa, quero aproveitar todos os momentos ao lado da minha família, quero ver cada conquista da Sarah, quero viver cada fase, quero aproveitar cada gracinha, cada gesto, cada aprendizado tendo certeza que é muito difícil pra ela aprender uma novidade então temos que valorizar o dobro.

Pai, mãe não negligenciem a atenção aos filhos de vocês, não digo em quantidade, mas sim em qualidade. Observem, valorizem, façam festa, ensinem e compartilhem da alegria do seu filho em te mostrar um brinquedo, em te dar um sorriso. Você só tem a ganhar com isso.

E você como anda a sua paciência? E o seu poder de observar seu filho? Qual foi sua última conquista? Comente, fale de você!

Bjus e até mais.

domingo, 16 de outubro de 2011

Vaidade, prudência e maturidade

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Mamis atualmente, porque afinal precisa dar um tapa de vez em quando né?

 

Já falei no post anterior sobre esse assunto aqui no blog, sobre o peso, como fica o corpo, os primeiros dias, etc.

Mas esse assunto é tão complexo e polêmico que daria zilhões de posts sobre o tema.

No meu caso, antes de engravidar eu tinha um nível de vaidade normal, digo normal porque não era obcecada por isso, mas não me permitia sair de casa sem alguns cuidados básicos. Adorava comprar roupas, sapatos, acessórios (qual mulher não gosta?) e gastava boa parte do meu salário com isso, cheguei muitas vezes a comprar coisas por impulso e nunca usar. Era fácil pra mim manter o cabelo sempre escovado, unhas sempre feitas, usar sempre roupas novas e até mesmo comprar coisas de acordo com a estação.

Depois que a Sarah nasceu eu fui OBRIGADA a mudar de atitude.

Ninguém imagina como um bebê pequeno ocupa o dia de uma mãe, é absurdo, eu não fazia a menor idéia antes e pode ter certeza, você que ainda não tem filhos também não faz.

Nos primeiros dias é impossível dar atenção à aparência, você escova os dentes, amarra o cabelo, troca de roupa apenas porque com certeza receberá visitas e não pode descuidar da higiene básica.

Banho eu tomava de madrugada quando a Sarah dormia, porque durante o dia eu não podia deixar ela sozinha e quando o Diego chegava estava cansado e muitas vezes dormia e eu ficava insegura em deixá-la acordada sozinha no berço sem ninguém observado.

As roupas antigas não serviam e eu não tinha a menor vontade de sair com as roupas de grávida, então quase não saía de casa e também não queria comprar roupas grandes porque sabia que iam ficar perdidas logo e o fato de querer entrar nas calças antigas me incentivava a emagrecer. Perder peso não foi uma grande dificuldade, mas todas nós sabemos que o corpo se transforma completamente, as formas mudam, a textura da pele e muitas vezes roupas que adorávamos não poderão mais ser usadas.

Aí já entra também o lance de saber qual tipo de roupa fica bem em você, saber que não é qualquer estampa, acessório, cor que ficará bem numa mulher que agora é mãe, coisas com ar de menininha devem ser abandonadas de vez pra não correr o risco de ficar sem propósito em você.

Sair vira um trabalho de logística imenso, tem que ter um planejamento prévio e muitas vezes você esquece de reservar um tempo para se arrumar, aí veste qualquer roupa, um tênis, penteia o cabelo de qualquer jeito, não faz nem uma maquiagem e sai, feliz da vida porque seu filho está lindo de viver naquela roupinha nova que você comprou.

Verdade que durante muito tempo isso não me incomodou nem um pouco, mas conforme o tempo foi passando e a Sarah crescendo, fui notando que estava desleixada demais e que aquilo não combinava comigo. Venci o remorso de deixá-la com a avó para ir ao salão de beleza e fui, pintei cabelo, fiz progressiva (não estava mais amamentando!), fiz unha e me senti mulher denovo e agora com um adjetivo a mais: EU TAMBÉM ERA MÃE.

E desde então tenho me esforçado para manter minha aparência em dia, sem excessos e quando não dá, não me estresso.

E percebo também que perdi aquela compulsão por compras, atualmente compro só o necessário, não tenho milhares de roupas novas no armário, mas aprendi a usar melhor as que tenho, a fazer diferentes combinações e confesso que estou adorando essa nova fase mais consciente.

Sei que todo mês tenho que comprar fraldas, leite, lenços, itens de higiene e roupa para a Sarah porque criança cresce muito rápido e perde tudo em questão de dias, então não posso me dar o luxo de gastar com supérfluos. O Diego é super carinhoso comigo e sempre me traz algum presentinho, uma bijou, uma maquiagem, coisas que eu adoro e ele sabe do meu gosto.

Hoje penso muito na minha família antes de tomar qualquer decisão financeira, não cometo loucuras, penso e planejo nosso futuro, afinal é minha obrigação dar o melhor para minha filha.

Ainda amo ser elogiada, ouvir que estou bonita, ganhar um presente, me dar um presente de vez em quando, mas hoje com muito mais consciência e prudência que antes.

Essa é uma das melhores coisas que a maternidade me trouxe, maturidade, prudência e tranqüilidade a respeito de bens materiais, afinal que bem mais precioso uma mãe tem além dos seus filhos?

E você cara leitora, como está lidando atualmente com essa questão?

Um beijo e até breve!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O peso, o corpo e a vaidade depois da gestação

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Eita que grávida é a coisa mais linda do mundo!

Como é bonita uma mulher que espera seu filho, o cabelo, a pele, os olhos que transmitem um brilho sem igual. A alegria nos faz mais bonitas e há uma aura mágica em torno de nós quando temos um bebê na barriga.

Mas o bicho pega no dia do parto! E pega legal! Você entra grávida e sai TOTALMENTE BARANGA!!!

Quem não tem filho ainda não tem noção do estado de calamidade que fica o corpo depois.

A barriga ainda parece de grávida, no meu caso parecia que eu ainda estava de sete meses kkkkkk, os pés ainda estão inchados, o nariz ainda é de batata e o rosto redondo e aí a gente não tem mais um bebê na barriga pra por a culpa disso tudo nele rsrsrsrs. Olhar no espelho a primeira vez depois do parto é aterrorizante, você acha que nunca mais vai voltar ao normal (realmente não vai, mas vai melhorar bastante acredite!). Você sai da maternidade e nenhuma roupa sua serve e tem que continuar a usar as de grávida (ô depressão!).

Aí durante os primeiros e intermináveis dias você se transforma na louca do pijama... Não tira ele de jeito nenhum, não penteia o cabelo, apenas prende num coque ou rabo de cavalo, continua usando o chinelinho de pelúcia do hospital e maquiagem então? Você nem lembra onde guardou...

Realmente nos primeiros dias a gente não tem cabeça pra nada e esse desleixo (com um motivo mais do que justo!) não incomoda, mas depois de um tempo se torna um problema na nossa cabeça.

Eu trabalho desde os 16 anos e desde então sempre estive acostumada a fazer unha, arrumar cabelo, tomar cuidado com as roupas que vestia, sapatos, bolsas, bijouterias e todas essas coisinhas de mulher (não adianta dizer que é frescura porque todo mundo gosta de se arrumar e se sentir bonita!), nunca fui obcecada por aparência, mas me mantinha apresentável sempre. Aí engravidei e as roupas tiveram que mudar porque a pessoa da boca descontrolada aqui engordou quase TRINTA QUILOS!!! Aí nada servia mesmo eu pesava 56 quando engravidei...

Demorou meses pras roupas antigas servirem novamente e hoje ainda tenho umas que acho que nunca mais terei coragem de usar. Blusinhas justinhas não me pertencem mais, já perdi o peso todo que ganhei, mas o corpo mudou definitivamente.

Demorei uns quatro meses pra perder esse peso todo da gestação. Mas mesmo assim tinha um monte de calça jeans que não passava no quadril. Várias blusas que ficavam apertadas na barriga e ninguém merece gordurinha pulando pra fora da calça.

Estrias eu não tive, mas celulite minha gente... Virei uma mexerica de tantos buraquinhos... Aí as calças de pano mais fininho NEVER!

Meu corpo é outro agora e percebo isso todos os dias. O caimento das roupas mudou muito. A barriga está “disfarçável”, mas uma beleza não está, ficou um pouco de pele sobrando (também pudera uma barriga do tamanho que a minha ficou!), a linha nigra ainda não sumiu completamente e o bendito umbigo nunca mais quis voltar para o seu lugar e ainda está levemente estufado. Sendo assim tenho que analisar muito bem o tipo de roupa que vou usar pra não evidenciar isso tudo.

Meu cabelo só parou de cair de uns dias pra cá, eu pensei que ia ficar careca! Na verdade ganhei muitas falhas e tenho agora um monte de cabelinhos novos rebeldes armados estilo Chitãozinho e Xororó na minha testa. Fiquei quatro meses sem pintar, fazer química e só andava com ele preso. Agora tá melhorzinho, mas longe de como ficou durante a gravidez.

A pele no início fica terrível, ressecada, estranha, mole. Depois de quilos de creme hidratante, firmador, anti-celulite e anti-qualquer outra coisa que alguém me falasse ela deu uma boa melhorada.

Os seios??? PRA ONDE ELES FORAM? Se alguém encontrá-los por aí me dá uma ligada, por favor, vou fazer um BO porque acho que alguém os roubou de mim (O.o)!!! Sério gente, os meus ficaram muito pequenos depois que o leite secou.

Hoje já consegui retomar um pouco da vaidade, a Sarah estando maior tem um tempinho sobrando pra fazer uma chapinha no cabelo, arrumar a unha, escolher minhas roupas que já voltara a servir (graças aos céus!), eu mesma arrumo o cabelo, a unha e tudo mais, mas mesmo assim já dá um UP no visual.

Ás vezes a gente se preocupa tanto com o que nossos filhos vão vestir, passamos horas arrumando os pequenos pra sair, escolhemos com tanto carinho a roupa, a meia, o sapato, o lacinho do cabelo e quando vamos nos arrumar colocamos qualquer roupa e saímos. Temos que aprender que além de mãe, somos mulheres e precisamos nos valorizar, faz bem pra gente e quando estamos bem conosco isso se reflete na felicidade de toda a família.

O corpo muda quando temos um filho? Com toda certeza, mas porque ter o mesmo corpo de antes se a nossa vida e a nossa cabeça já não são como antes?

Nem tudo fica como a gente gostaria, mas temos capacidade de melhorar o que está ao nosso alcance.

E mamães que acabaram de ter os filhos, as coisas vão melhorar! Pode ter certeza, algumas têm mais dificuldade de perder peso, outras menos, mas pensem sempre que a baranguice é uma fase e passa!

E você como ficou depois da gravidez? Como está agora? Recuperou o manequim de antes ou está em busca disso ainda? Compartilhe conosco, desabafe.

Um beijo em todas e até breve!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Agradecimentos

agradecer

Hoje estou aqui apenas para agradecer...

Não para contar novidades, nem para desabafar, nem contar sobre os problemas ou evoluções da Sarah, apenas para agradecer.

Esse post é na verdade um agradecimento geral, mas que devia ser direcionado, a cada um que passa por aqui, lê o que escrevo e deixa um comentário carinhoso, de incentivo, de esperança e que na maioria das vezes não consigo agradecer individualmente.

Eu gostaria de entrar no blog de todas, deixar uma mensagem de carinho, de gratidão, dizer o quanto cada palavrinha que leio abaixo dos textos que escrevo são importantes para essa luta que travamos todos os dias pela recuperação da nossa filha.

Inúmeras vezes chorei lendo as lindas palavras que vocês escrevem para mim e para minha florzinha, muitas vezes saí de um dia depressivo depois de ler um puxão de orelha de alguém, muitas vezes mudei minha opinião sobre algo depois de ler os argumentos que vocês deixam para mim em todos os posts.

Eu poderia ficar aqui horas redigindo textos de agradecimento, citando o quanto cada comentário e cada palavra afetaram minha vida, minhas atitudes, minha certeza de que tudo dará certo no final.

Já falei aqui outras vezes que a gravidez fez com que eu me aproximasse de muitas pessoas que eu nem imaginava que pudessem nos dar tanto amor, que pudessem se dedicar de uma maneira tão linda à minha filha, durante a gravidez recebi muito amor e carinho de pessoas que não falavam comigo, mas que depois que me viram grávida sempre paravam para conversar comigo, perguntar como eu estava, como estava o bebê. E esse carinho continuou depois do nascimento da Sarah e vejo que a cada dia só aumenta, as pessoas sempre me perguntam se ela está bem, se está melhorando e me dizem que sempre rezam por ela.

Isso aconteceu aqui também no blog, comecei a escrever tímidamente quando ainda estava grávida e aos poucos fui ganhando seguidoras e pessoas que comentavam com freqüência, algumas se foram, fecharam os blogs, privatizaram ou simplesmente não comentaram mais, mas existem outras que mantiveram o vínculo e comentam até hoje, quase dois anos após o início do blog, sou tão feliz por isso, vocês não tem noção!

A grande prova do carinho que todos têm por nós eu tive após o primeiro post onde eu falava do problema da Sarah, desde então esse blog vive cheio de comentários lindos, de palavras de esperança, de mensagens de fé e várias vezes fiquei sabendo que meninas colocaram a Sarah nas orações da igreja, nas correntes e novenas nas comunidades onde participam, que o nome dela está em vários livros de orações em todo o Brasil e eu não tenho palavras para agradecer tamanha dedicação e amor que vocês devotam a minha pequena.

Quero muito passar em cada blog, responder cada email e estou me organizando para conseguir isso em breve, mas saiba que mesmo que eu ainda não siga o teu blog, não tenha respondido o seu email, eu leio TODOS os comentários com muito carinho, carrego comigo todas as palavras que vocês me dizem e elas são fundamentais para nos dar vigor para permanecermos firmes nessa jornada tão difícil.

Eu dou muita importância ao que é dito aqui, quero que vocês saibam que se hoje eu tenho esperança na cura, forças para encarar tudo isso e fé acima de tudo e porque tenho anjos ao meu lado que me seguram quando estou prestes a cair e muitos desses anjos eu nem conheço, mas passam todos os dias por aqui, lendo o que escrevo, comentando, tendo paciência com as minhas crises depressivas e quando fico me lamentando e reclamando o tempo todo, mesmo assim vocês queridas amigas tem muita paciência comigo e com as minhas frustrações.

Muito obrigada é pouco! Queria poder fazer muito mais por vocês grandes amigas e anjos da guarda, porque o amor que emana das mãos de vocês enche nossa vida de alegria e certeza de que o futuro nos reserva algo muito especial.

Saibam que estou aqui, sempre à disposição de vocês, para conversar, desabafar, jogar conversa fora, não hesitem em entrar em contato, vou deixar meus emails, caso alguém ainda não os tenha e vou adorar manter um contato mais próximo com todas.

renatacoelhodosantos@gmail.com

renata_active@hotmail.com (MSN e também leio as mensagens dele)

Passarei em breve nos blogs e quem não tiver blog, deixe um email para que eu entre em contato e agradeça.

Obrigada mais uma vez, de coração.

“Sempre fica um pouco de perfume, nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas...”.

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