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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ansiedade da separação + Ela está sentando sozinha!

 

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Oi gente, tudo bem?

Queria agradecer de coração os comentários no último post, fiquei muito feliz em saber que vocês me apóiam e me entendem, é extremamente confortante. O assunto está em vias de ser resolvido, assim que der cabo nele volto aqui para contar.

O tema de hoje não podia deixar de ser postado aqui, porque está nos enlouquecendo nos últimos dias.

A Sarah sempre foi um bebê muito agitado. Sofreu horrores com as cólicas e devido a isso foi mimada demais desde o começo (mimada com relação ao colo apenas…). É a primeira neta dos quatro avós, então haja babação rs. E eu e o Diego como pais de primeira viagem também demos nossa contribuição para esse mimo todo.

Ela sempre teve muita atenção de todos, nunca deixei chorando, nunca demorei a trocar a fralda nem em fazer sua comida, ela sempre foi prontamente atendida em suas necessidades porque achava (e continuo achando!) que ter bebês realmente demanda nossa atenção, não se deve ter filhos e criá-los largados e sem atenção. Não quero uma filha com traumas futuros.

Porém de uns dias pra cá, a Sarah mudou radicalmente o comportamento. Não fica um minuto sequer sozinha, se me vê sair do seu campo de visão faz o maior escândalo, se saímos de casa só quer ficar no meu colo, só dorme comigo por perto, só come se eu dou, quando chora só se acalma no meu colo.

Começou a estranhar os familiares do meu esposo já que não vamos lá todos os dias, não fica mais sozinha com a minha sogra e chora o tempo todo quando estamos lá.

Estranhei esse comportamento “bicho do mato master” e fui pesquisar na net e encontrei um artigo falando sobre essa tal ansiedade de separação e concluí que a Sarah está vivendo essa fase. Tudo bate com o que ela vem apresentando nesses últimos dias.

Gente será que isso passa e quando passa? Porque vou voltar a trabalhar e como vai ser pra ela se adaptar a ser cuidada por outra pessoa? Será que ela vai sofrer muito? Parar de comer, dormir e enlouquecer todo mundo? Alguém já passou por isso e pode me dar uma luz?

Mudando de assunto agora…

Fazem mais ou menos três semanas que ela finalmente aprendeu a sentar sozinha, graças a Deus, estava com medo dela ter algo de errado. Ainda bem que não tem, agora brinca melhor, assiste tv melhor e me dá uns minutinhos de paz a mais. Obrigada a todas pela força e pensamentos positivos.

Bom, agora vou dormir porque já é de madruga!

Bjus em todas!!!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O sorteio do fotolivro, satisfações!

 

Oi gente tudo bem?

Por aqui estamos bem, sofrendo um pouco com a ansiedade de separação mas isso é assunto para outro post.

Hoje resolvi escrever para dar satisfações a respeito do fotolivro que sorteei aqui no blog há um tempo atrás.

Porque estou escrevendo este post:

Primeiro: Porque todos tem o direito de saber se o prêmio foi ou não entregue e que o sorteio não foi fake.

Segundo: Não fiz sorteio para me promover, atrair seguidores ou qualquer outra coisa, fiz porque queria realmente dar um presente para uma das minhas seguidoras e resolvi presentear com algo que faz parte do meu novo projeto.

Terceiro: Quero que tudo fique muito bem esclarecido.

Eu dei um prazo para entregar o fotolivro e ele está no post onde expliquei como o sorteio funcionaria. O fato é que não consegui cumprir esse prazo por uma série de coisas que aconteceram nesse meio tempo. Porém a ganhadora foi e está sendo informada de tudo que ocorreu.

A gente se corresponde por email e eu já recebi inúmeras cobranças da mesma a respeito e eu sempre expliquei o ocorrido.

Neste meio tempo a Sarah ficou doente, tive problemas financeiros por estar desempregada, tive muitos eventos de fotografia com prazos curtos e como estou desempregada não posso recusar nenhuma atividade remunerada.

Não estou dizendo que não tenho a responsabilidade de cumprir o prazo que me comprometi, mas também não sumi nem deixei de dar satisfação a ela. Sempre a posiciono sobre tudo.

O sorteio não foi de mentira e nem estou furando, tive problemas, acho que isso pode acontecer com todos, eu só esperava um pouco mais de compreensão.

Realmente ela tem o direito de receber o prêmio que ganhou e eu tenho a obrigação de cumprir o que prometi, se não tinha condições de promover o sorteio não devia ter feito não é mesmo?

Serve de lição, foi a primeira e a última vez infelizmente. A vida da gente está sempre passiva de imprevistos e as pessoas não são tão compreensivas como a gente imagina.

Desculpem-me de coração por esse post chato, mas precisava dar uma satisfação a todas que participaram do sorteio.

Assim que colocar o fotolivro no correio, vou vir aqui e postar os dados e informações para todos saberem que não menti. Inclusive vou postar fotografias do mesmo para não restar dúvidas.

Bjus e espero que todas me entendam.

PS: Fiquei tão chateada com essa história que pensei sinceramente em excluir meu blog, salvar tudo que escrevi até aqui e apenas mostrar mais tarde para a Sarah. Estou mal demais com tudo isso, me sinto como mentirosa e isso sei que não sou.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Prudência sempre!

Oi gentem…

Então, ultimamente ando muito pensativa sobre uma série de assuntos.

Sempre planejei mentalmente cada detalhe da minha vida, nem sempre as coisas saíram como planejadas, mas gosto de pensar em tudo antes.

Já falei aqui um monte de vezes meu desejo de ter mais filhos (gente se minha mãe e meu marido escutam isso vão querer me matar! rs) e até mesmo que queria realizar esse desejo em breve, mas parando melhor para pensar, entendi que isso não é o melhor pra mim e para minha família.

Porque?

Porque estou em busca de recolocação profissional depois de oito meses me dedicando exclusivamente à Sarah e estou fazendo isso porque a renda está ficando muito curta mesmo e as coisas estão ficando complicadas apenas com o salário do Diego, então é necessário voltar ao batente.

Alguns sonhos que temos (como o da nossa casa própria) só serão possíveis se eu estiver trabalhando também. Portanto vamos à luta.

Estou me sentindo de coração partido sim em deixar a Sarah o dia todo, de talvez não ver todas as suas evoluções, mas sei que é o melhor para nós.

E nisso tudo, um segundo filho não seria o ideal por enquanto. Preciso reconstruir minha carreira (que é importantíssima pra mim!), precisamos melhorar nossas finanças, ter nosso cantinho do jeito que sempre sonhamos para só depois pensar no segundo herdeiro.

Tem também a questão que não posso arrumar um novo emprego e logo depois da experiência engravidar denovo, porque inevitávelmente vou ser demitida logo após a licença e não quero isso, uma saída precoce de um emprego pode ser interpretada como instabilidade profissional e prejudicará pra sempre minha carreira.

Em resumo é isso, pensando melhor decidi esperar uns bons anos para viver a experiência da maternidade pela segunda vez, afinal as coisas precisam ser bem planejadas não é mesmo?

E vocês como estão planejando o segundinho?

Bjus em todos!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ser mãe é fazer escolhas

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Que nem sempre são entendidas pelas pessoas.
É incrível como as pessoas que não tem filhos não entendem quando a gente fala que não vai fazer alguma coisa porque está na hora dos filhos dormirem.
É comum ouvir: “Coloca no carrinho para dormir!”.
Sinto muito, não vou fazer minha filha dormir apertada e sem conforto num carrinho para que eu possa me divertir. Afinal ser mãe é fazer escolhas.
Não vou acordá-la cedo demais, desrespeitar seu relógio biológico e seus horários de comer para ir a um passeio que só será legal para mim e não para ela.
Depois que nos tornamos mães, passamos a colocar o bem-estar dos filhos em primeiro lugar, mesmo que isso signifique abrir mão de festas, passeios e eventos sociais.
As pessoas não vão entender, vão dizer que você é uma mãe super-protetora e cheia de frescuras, mas a gente sabe que mudar a rotina de um bebê significa muito choro e superestimulação e com certeza é você que vai sofrer com tudo isso.
Algumas vezes não respeitei os horários da Sarah em passeios que fizemos e o resultado foi que eu fiquei quase louca depois, ela não se adapta bem à mudanças bruscas na rotina e nem a ficar em locais que não conhece (meu bichinho do mato rs!).
Enfim, escolhi ser mãe com toda a parte boa e toda a parte “menos boa” e mesmo assim estou amando a experiência.
Amo muito minha bebê e por ela faço qualquer coisa.
Enfim, é isso!
Bjus amores.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Preparativos para a festinha de um ano – A comida

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Oi gentem tudo bem?
Por aqui estamos bem…
Hoje vou começar a falar sobre os preparativos para a festinha de um ano da minha princesinha. Na verdade vai ser uma festinha mesmo, para poucas pessoas e num local pequeno, porque a verba (R$) não anda muito grande e eu quero fazer uma festa bonita para que possamos tirar fotos legais.
Pensei muito no que servir e a velha opção pelos salgadinhos não vai ser muito prática para nós porque não contrataremos buffet, a comida será por nossa conta mesmo (algumas coisas serão encomendadas) e não curto muito aquela história de fritar os salgados antes e colocar em isopor e servir frio e murcho! Acho uó…
Daí que tive a idéia de fazer a festa tipo um Coffe-break, com comidas mais leves e num esquema onde cada um se serve numa mesa principal, dispensando também a necessidade do garçom.
Pensei em algumas coisas e aceito de coração sugestões tá pessoal?
- Mini pães francês.
- Frios fatiados (presunto, queijo, salame, queijo branco, peito de peru)
- Lanches de metro (uns três ou quatro sabores de recheios)
- Bolo salgado (aquele de pão de forma, frango desfiado e purê de batata)
- Batatas bolinha temperadas
- Espetinhos de picles, azeitona, salsicha e queijo em cubinhos temperado
- Nas mesas porções de amendoins temperados
- Pão com salsicha e carne louca (criança adora né?)
Para a parte salgada acho que fica legal assim e fugimos dos salgadinhos, os pães, frios, lanches de metro a gente encomenda e pega pronto um pouco antes da festa (o que facilita muito e diminui o trabalho). o bolo salgado e as batatinhas são fáceis de fazer e dá pra preparar um dia antes e deixar na geladeira.
- O bolo vou encomendar, pretendo um floresta branca porque acho que fica bonito com a decoração do tema das princesas.
- Os docinhos não serão os tradicionais, quero aqueles de copinho com a colherzinha decorada com lacinho (acho um charme!), ainda não decidi se vou encomendar ou encarar e fazer em casa (encontrei várias receitas no google).
Estes docinhos quero deixar numa mesa próxima a do bolo, todos juntos.
Quero fazer uma mesa de doces comprados prontos (pé-de-moleque, doce de leite em barra, cocada, dan-top, pirulitos, balas, chicletes, pipocas doces, marshmallows, bala de goma, amendoin de chocolate e coloridos, MM´s, toddynho, refrigerante caçulinha) tudo com rótulo personalizado. Eu mesma vou fazer, tenho os gabaritos se alguém precisar eu envio é só pedir.
As bebidas serão, água, refrigerante e refresco de frutas. Não terá bebida alcoólica.
Se der (se sobrar din din rs), quero fazer uma mesa de café na saída com café, chá, carolinas recheadas, pão de queijo.
Vocês gostaram? Tem mais alguma idéia?
Acho que assim fica legal e vai ter comida que agradará a adultos e crianças, já que a festa da Sarah será bem mesclada, não terá só crianças.
Bom, nos próximos dias falarei dos outros detalhes que estou preparando.
Bjus a todos!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ser realizada como profissional faz parte da tarefa de mãe!

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Olá pessoal como estão?
Por aqui estamos superando os acontecimentos dos últimos dias.
Bom, já postei aqui algumas vezes meu desejo pelo segundo filho. E algumas pessoas próximas que lêem o blog estão achando que isso é pra esse ano ou o ano que vem ainda. Pra falar a verdade até um dia desses eu estava programando para o ano que vem, mas mudei de idéia novamente.
Todos já sabem que estou à procura de um novo emprego. Para ter mais estabilidade financeira e realizar alguns sonhos, como adquirir nossa casa própria. Se o Diego trabalhar sozinho tudo fica muito mais distante da realidade e difícil.
E também tem a questão do estudo, foi muito difícil estudar quatro anos, tanto pela questão financeira (banquei tudo, integral), como pela questão do cansaço e noite sem dormir. Portanto agora tenho que usufruir dos benefícios desse esforço e trabalhar na minha área.
Também não tem como conseguir um emprego e seis meses depois aparecer grávida, preciso adquirir estabilidade para não prejudicar nem a mim e nem a empresa.
Enquanto não tivermos nossa casa não tem mais filho! Aqui simplesmente não tem espaço e não quero amontoar um monte de gente no mesmo quarto, é ruim pra todos.
Fora que a Sarah ainda é pequena demais, não consigo realizar um pós-parto junto com um bebê pequeno… Vocês conseguem?
Quero esperar a Sarah crescer um pouco e adquirir um mínimo de independência, porque dar banho em bebê pequeno, pegar no colo, abaixar, levantar com uma barriga enorme de nove meses e pés inchados me parece mais um pesadelo.
Enfim, quero muito mais um filho e quem sabe até mais dois, mas não por enquanto, isso tudo que planejo acredito demorar ainda mais uns três ou quatro anos. Precisa ser planejado e não na empolgação.
Então é isso pessoal, registros de uma segunda barriga vão demorar um pouco ainda, vocês ainda vão ouvir muito falar da Sarinha.
Bjus corações e até breve!
sábado, 12 de fevereiro de 2011

Nunca coloque no mesmo quarto de hospital mamães que estão sem os filhos nos braços e mamães com os filhos!

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Outro assunto que queria falar há muito tempo.
Existem hospitais e maternindades humanizados, que se preocupam com o bem estar das mães e dos bebês, mas o hospital que ganhei a Sarah parece não se preocupar com isso nem um pouco.
Porque digo isso?
Porque ganhei a Sarah, ela foi para a UTI e me mandaram para um quarto onde mães ficavam com seus filhos recém-nascidos.
Todos sabem que nós mães ficamos super sensíveis ao parir devido aos hormônios e as bruscas mudanças no corpo que vem junto com a maternidade.
Eu já estava sentindo uma dor terrível de ter minha filha longe de mim e a dúvida sobre sua recuperação, era terrível para mim conviver com as mães que cuidavam dos seus bebês ao meu lado.
As visitas que vinham conhecer o bebê traziam presentes, flores, tiravam fotos com o bebê… e eu olhava e pensava na minha pequena.
As minhas visitas não puderam conhecer a Sarah e de quebra eu tinha que ficar explicando para as visitas das outras mulheres o que tinha acontecido com ela.
O absurdo maior eram as enfermeiras que perguntavam onde estava a minha bebê.
E o choro dos bebês nos outros quartos? Era torturante…
Várias vezes me tranquei no banheiro para chorar. Tudo que eu não queria ver eram bebês, porque eu não podia estar com a minha nos braços.
Não é egoísmo, meu coração estava partido… Vocês que são mães fazem idéia do que eu estou falando.
Eu acho que mães nessas condições devem ser levadas a quartos onde não estejam as mães que ficam junto com os bebês, isso só faz a gente ficar mais deprimida e sofrer mais.
Bom, acho que vocês viram que nos últimos posts eu falei sobre o que aconteceu naquele período da minha vida em que sofri tanto.
Precisava desse desabafo, precisava contar essas histórias para encerrar esses ciclos que ainda estavam entreabertos.
Prometo não falar mais desses assuntos chatos, os próximos posts falarão dos preparativos para a festa da minha pequena.
Bjus amores!!!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mamães de UTI

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Há muito tempo queria falar desse assunto, não é a realidade de todas as mães, mas é a realidade de muitas e eu acredito que assim como eu fiquei, todas que passaram por isso estarão marcadas para o resto da vida.
Sim, eu passei por isso e hoje estou com a minha princesa em meus braços linda e saudável…
Sim, tem mães que perderam a batalha, mas eu não vou me lamentar, apenas vou expor o que eu passei e a experiência que vou carregar pra sempre, não estou querendo remoer o passado.
Bom, vamos lá…
Antes da Sarah, eu nunca tinha entrado numa UTI. Nunca tinha visto de perto aquela dura realidade de quem visita todos os dias alguém que ama muito e não sabe se vai sair dali com vida.
Ainda na sala de cirurgia quando a Sarah nasceu e eu ouvi seu chorinho, após a pesagem a pediatra a trouxe para que eu a conhecesse, não pude tocá-la porque ela tinha que ser examinada rapidamente para garantir que não teria hipoglicemia neo-natal (o que não pode ser evitado). Fui informada que ela tomaria LA no berçário apenas para que não desenvolvesse a hipo, mas mesmo assim a glicose dela caiu para 46 (sendo que tinha que ficar acima de 60) e ela foi levada à UTI para monitoramento e tomar glicose na veia.
Fui para o Pós-parto e fiquei quase 4 horas lá, quando desci para o quarto fui colocada com uma mãe que tinha tido parto normal e ficava com o bebê num bercinho ao lado.
Logo após meu marido e minha mãe entraram no quarto e eu logo perguntei da Sarah e minha mãe falou que ela tinha ido para a UTI porque estava com hipoglicemia, me disse que ela estava bem, que era só monitoramento. Mesmo assim eu fiquei preocupada e queria ir vê-la. Passado o tempo recomendado para recuperação da anestesia geral fui levada de cadeira de rodas para vê-la na UTI. Eu nunca vou esquecer aquele momento, ficou registrado na minha memória, ela peladinha (só de fralda), na incubadora, com monitoramento cardíaco, soro na cabecinha e as mãozinhas e pézinhos roxos de picadas para exames e para encontrar veias. Chorei muito naquele momento, tão pequena, tão indefesa e inocente passando por tudo aquilo já, fiquei uns dez minutos olhando pra ela chorando (estava se esguelando de tanto que chorava!) e a enfermeira me levou de volta para o quarto.
Nem preciso dizer que naquela noite eu não dormi, só pensava nela, ouvia o chorinho dos outros bebês nos outros quartos e queria tanto ela ali comigo.
No outro dia quando fui vê-la ela estava também com uma sonda nasogástrica porque tinha vomitado todo o leite que tinha tomado e a médica disse que precisou fazer lavagem estomacal nela e alimentá-la pela sonda. Meu mundo quase caiu porque aquilo era demais pra um serzinho tão indefeso.
Eu ganhei a Sarah na sexta de manhã, no sábado colocaram a sonda e no domingo tiraram porque ela passou a mamar bem e não teve outros episódios de hipoglicemia, fiquei muito feliz quando a médica me disse isso, porém foi no domingo que descobriram que ela tinha desenvolvido icterícia. Por isso teria que tomar banho de luz até a bilirrubina voltar ao normal.
O que aconteceu é que a bilirrubina dela só aumentava e foi então que a médica me disse que o que estava causando isso nela era o fato do meu sangue ser diferente do sangue do meu marido e a Sarah ter nascido com o sangue do pai, isso fez com que meu sangue reagisse contra o dela. Eles chamam isso de icterícia grave e em alguns casos é necessário até transfusão de sangue.
Isso complicava demais as coisas, fazia com que a previsão de alta fosse adiada muitos dias e eu fiquei nesse desespero de não saber quando poderia trazer a Sarah de volta pra casa.
Tive alta na segunda-feira e saí chorando do hospital, meu sonho de nove meses estava na UTI de um hospital e eu olhava para todas as coisinhas dela e sentia aquele vazio da falta dela.
Mesmo de cesárea eu ia todos os dias nas três visitas vê-la, amamentá-la e ordenhar leite para as outras mamadas. Era cansativo e até perigoso, mas eu queria estar ao lado dela, para que ela sentisse o calor da mãe.
Nessa rotina eu conheci muitas mães, muitos bebês com estado de saúde muito mais crítica que a Sarah, bebês que nasceram muito antes do tempo e ficariam meses alí na UTI, bebês que passavam por cirurgias complicadíssimas após nascer e tive contato com aquela realidade deprimente da UTI de um hospital onde vidas são salvas e outras são perdidas.
Oito dias depois eu pude trazer a Sarah para casa, mas de tudo isso ficou uma lição muito valiosa pra minha vida: Nunca reclamar de nada, há pessoas em situação muito piores que a nossa. Parar de pensar que meu problema é maior que o dos outros, porque não é, tem coisa muito pior por aí e as pessoas superam, aprendem a conviver.
Saí dessa experiência muito mais madura, entendendo que a vida nem sempre é um mar de rosas como a gente sonha e a gente tem que encarar, correr atrás e buscar vencer os desafios.
Depois que saí daquela rotina, continuei rezando por todos aqueles bebês, gente como é difícil ver nossos filhos naquelas condições, é triste demais.
É bom passar por dificudades, só assim aprendemos a dar valor ao que somos e temos.
O post ficou mega grande, mas precisava contar essa experiência para deixar registrado.
Bjus!!!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dias e noites difíceis!

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Oi gente…

Como vão?

Por aqui estamos enfrentando o pesadelo da gripe…

O Diego pegou uma gripe forte e passou para a Sarah. Desde quarta-feira passada que ela tem passado mal. Acordou assustada e quentinha, medi a febre e batata: 38,5, estava com febre.

Levei ela ao médico e ele diagnosticou infecção de garganta e ouvido, receitou amoxilina, um xarope expectorante e dipirona para dor e febre. Dei os remédios religiosamente de 8 em 8 horas conforme ele mandou, porém na sexta-feira ela começou a não querer mamar o leite mais. No sábado de manhã passou a vomitar o pouco que comia e eu notei que ela estava muito debilitada e fraca. Levamos novamente ao pronto-socorro e foi diagnosticada reação à amoxilina, ou seja, daqui pra frente ela não pode tomar mais esse antibiótico, ele irritou a mucosa do estômago dela.

Com esse diagnóstico veio o momento mais difícil com ela depois da UTI. A médica receitou uma injeção de Dramim e uma bolsa de soro, porque nada parava no estômago dela, então não adiantava dar remédio pela boca porque com certeza ela colocaria tudo pra fora.

Primeiro morri de pena da injeção no bumbum, já estava doentinha e ainda tinha que tomar injeção? Chorou de soluçar, cortou o coração.

Mas o pior estava por vir: O Soro!

A Sarah é super gordinha né? Como achar as veias no braço dela? Missão para Mac Gyver!

A primeira enfermeira furou duas vezes e nada…

A segunda furou mais duas e nada…

Aí chamaram uma da UTI Neo e graças ao bom Deus ela conseguiu uma veia…

Furaram cinco vezes e a bichinha quase morreu de chorar e eu segurando ela pra elas furarem e ela me olhando e chorando desesperada como um pedido de socorro e eu chorando junto de pena e não podia tirá-la dali porque sabia que era para o bem dela, gente aquele rostinho assustado não vai sair da minha memória nunca mais! Me senti um nada, culpada, triste, um serzinho tão frágil sofrendo tanto.

Enfim, tomou o soro e melhorou absurdamente, ficou corada, voltou a sorrir, veio pra casa brincando.

A médica trocou o antibiótico e prescreveu inalação também e hoje ela está melhorzinha, ainda está com chiadeira no peito e tosse carregada, mas não teve mais febre e está mais felizinha.

Perdeu peso, não pesei ainda, mas está mais leve e tem roupas que não serviam mais e voltaram a servir.

Aquele sono maravilhoso da noite? Não me pertece mais…

Acorda muito assustada toda hora, tosse e chora (acho que dói o peito) e eu não durmo direito de preocupação também.

Imagina como eu estou um caco? rsrsrsrs…

Mas enfim são ossos do ofício e ainda bem que ela está melhorando.

Foram dias difíceis e noites também, não podia deixar de registrar isso aqui.

Bjus amores, sei que estou em dívida com as visitas no blog, mas prometo regularizar isso tudo em breve!

Technorati Marcas:
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Apenas para constar: O teste positivo!

Oi gentem!
Não, eu não estou gravida novamente rsrsrsrs!
É que reparei que não tinha postado ainda a foto do meu teste positivo da Sarah, queria ter esse post para ficar registrado mesmo. Eu tirei a foto quando fiz o teste mas nunca tinha dedicado um post a esse dia tão feliz!
Este blog foi feito para registrar todos os momentos desde a gravidez até quando a Sarah puder e quiser ler como foi sua espera e seus primeiros anos de vida e acho que ela ficaria feliz em ver como eu soube da sua existência em meu ventre.
Na verdade eu já pressentia antes do teste dar positivo, mas eu queria ter certeza e também queria guardar a recordação pra sempre, por isso tirei a foto e agora posto ela para que fique registrado.
Esse post é pequeno mesmo, apenas uma página para lembrança.
Tão gostoso lembrar desse dia!
Tchau amores até breve!

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